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Castro ensina como conduzir processo revolucionário na Venezuela
Notalatina:
O Notalatina de hoje traz uma nota Classificada, remetida por um amigo venezuelano e que peço especial atenção dos leitores. Trata-se da transcrição exata de uma carta enviada por Fidel Castro a Chávez, em que o abutre velho ensina ao seu aprendiz de ditador como como conduzir o processo revolucionário na Venezuela em três etapas, duas das quais já concluídas e a terceira em pleno andamento.
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`A Ditabranda – Crônica do Quinho
Safados
‘Saúde pública’, novo nome da política
Citação
‘Saúde pública’, novo nome da política
Tomemos como exemplo o argumento do “direito de escolha” que é claramente universal. O exercício da cidadania numa sociedade livre pressupõe esse direito. Para os casos em que há clara agenda política envolvida, utiliza-se tal argumento, como na legalização do uso de drogas, aborto sob demanda, exigências relativas a direitos homossexuais etc. Porém, nos recentes casos de banimento do cigarro, dos salgadinhos e refrigerantes nas escolas, o argumento universal da escolha individual dificilmente é utilizado, seja pelo público alvo, futuras vítimas da política, seja por seus representantes. Nesses casos, a universalidade do direito de escolha é jogada na lata de lixo em nome do terrorismo argumentativo da saúde pública
O necessário tremor nas mãos
Uma característica essencial de nossa época é a paixão pelo superficial travestida de “discurso técnico”. Caricaturar a realidade se revelou como um dos modos mais banais da “conduta racional”. Desconstruir a espessura intratável da experiência humana se tornou chave para a realização da agressão moderna.
Íntegra do texto: Portal da Família
VERGONHA: fora Ahmadinejad!
Em uma iniciativa da Juventude Judaica Organizada (JJO) — em parceria com grupos judaicos, evangélicos, homossexuais, bahais, de defesa dos direitos humanos e da mulher, com a participação de autoridades e políticos — será realizada, na Avenida Paulista, neste domingo, uma manifestação contra a vinda ao Brasil do presidente do Irã, Mahamud Ahmadinejad.
Um país democrático como o Brasil NÃO PODE receber um defensor do totalitarismo, da homofobia, do revisionismo histórico, da discriminação de mulheres e religiosa (bahais, evangélicos, judeus e outras minorias torturadas, massacradas e mortas no Irã) e da destruição de Israel.
DATA – 03 de maio, domingo
HORA – às 11h00
LOCAL DO ENCONTRO – Praça Marechal Cordeiro de Farias (Praça dos Arcos, na esquina da Avenida Angélica com a Avenida Paulista
Engenheiros de Gente e Vale dos Lazarentos
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Pois é: no mundo deste direitista, há lugar para os magros, os gordos, os retos, os tortos, os cochos, os conformados, os que jamais se conformam, os famintos de justiça, os saciados… A diversidade humana me agrada. Assusta-me essa perspectiva de que um dia teremos um sistema de saúde, por exemplo, pouco importa se público ou privado, apenas para os homens saudáveis. Nessa marcha, haverá o tempo em que estados e empresas poderão exigir a “ficha genética” do indivíduo para decidir quanto ele pagará de imposto ou se deve ou não ser contratado. O lema será este: "A cada um segundo a sua malignidade".
O Brasil e a lógica do genocídio
Dia 6 de maio, o Brasil receberá com pompas e honras o patrocinador terrorista do Hisbullah, do Hamas, da Jihad Islâmica. Será a consagração em solo pátrio da lógica do genocídio sob a aparência de negócios com o Irã. Indiferente, o povo pensará que está sendo homenageado um técnico importante de futebol. No encontro pode ser que Lula, num agrado ao companheiro Ahmadinejad, ataque de novo os irracionais brancos de olhos azuis, pois os petistas, sejamos justos, sabem de forma exponencial acusar, dividir e incitar.
Integra do texto: Ternuma
Reflexões sobre aborto e democracia
Nunca é demais elogiar a coragem do papa Bento XVI na defesa dos valores da Igreja, particularmente no que se refere às suas posições quanto ao uso da camisinha, o que o tem indisposto junto à imensa maioria dos chamados formadores de opinião que pontificam nos meios de comunicação do mundo inteiro.
Trata-se de coragem idêntica à demonstrada por dom José Cardoso Sobrinho, no caso da menina violentada pelo padrasto, que foi "convencida" a abortar pelo aparato da saúde pública de Pernambuco. Dom José merece ainda mais admiração e solidariedade agora que o Partido da Causa Operária o criticou num artigo furioso, intitulado "Homenagem por perseguir os direitos das mulheres e defender o estupro", depois que o bispo foi agraciado com o prêmio Cardeal Von Galen, da Human Life International, por sua atuação no caso.
Íntegra do texto: Observatório de Piratininga
Lá fora não há perdão
Atenção! Você está saindo do país do perdão. Se tiver menos de 18 anos e não for para Venezuela, Colômbia ou República da Guiné (além do Brasil, claro), saiba que se matar alguém ou vender drogas poderá ser preso, condenado à prisão perpétua ou até à morte – e não há medidas socioeducativas.
Íntegra do texto: A Verdade Sufocada
